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Disfunção erétil: causas e quando procurar um urologista

Descubra as causas da disfunção erétil e identifique quando procurar um urologista de referência. Saiba como o Dr. Dávison Fernandes pode ajudar.
17 de julho de 2026 por

Lidar com a disfunção erétil pode ser um desafio silencioso, afetando não apenas a vida sexual, mas também a autoestima e o bem-estar geral de muitos homens. É uma condição que, apesar de comum, ainda é cercada por mitos e tabus, o que muitas vezes retarda a busca por ajuda especializada. Compreender suas causas e reconhecer os sinais é o primeiro passo para retomar o controle e buscar as soluções adequadas.

O que é disfunção erétil e como afeta o homem 40+

A disfunção erétil, frequentemente conhecida como impotência masculina, é a incapacidade persistente de obter ou manter uma ereção firme o suficiente para uma relação sexual satisfatória. Não se trata de um evento isolado, mas de um padrão recorrente que gera preocupação e impacto na vida do homem. Estima-se que afete milhões de homens em todo o mundo, com a prevalência aumentando significativamente após os 40 anos.

Para o homem acima dos 40, a disfunção erétil pode ser um sinal de alerta para outras condições de saúde subjacentes, muitas vezes silenciosas. A ereção é um processo complexo que envolve o sistema vascular, nervoso, hormonal e psicológico. Qualquer desequilíbrio em um desses sistemas pode comprometer a função erétil, tornando-a um indicador importante da saúde geral.

A percepção da própria virilidade e a capacidade de desempenho sexual são aspectos profundamente enraizados na identidade masculina. Quando a disfunção erétil se manifesta, pode gerar frustração, vergonha e ansiedade, criando um ciclo vicioso que agrava o problema. É fundamental desmistificar essa condição e encorajar a busca por avaliação médica, pois a maioria dos casos tem tratamento eficaz.

Principais causas físicas da disfunção erétil

Principais causas físicas da disfunção erétil — disfuncao eretil

As causas físicas da disfunção erétil são diversas e muitas vezes interligadas, refletindo a complexidade do mecanismo da ereção. Entender esses fatores é crucial para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento individualizado. A boa notícia é que, ao abordar a causa raiz, a função erétil pode ser restaurada ou significativamente melhorada.

Doenças cardiovasculares e vasculares

As doenças cardiovasculares são as principais culpadas por trás da disfunção erétil de origem física. A ereção depende de um fluxo sanguíneo saudável para o pênis. Condições como aterosclerose (endurecimento e estreitamento das artérias), hipertensão arterial (pressão alta) e colesterol elevado podem comprometer a circulação sanguínea, impedindo que o pênis receba sangue suficiente para se tornar e permanecer rígido. Os vasos sanguíneos do pênis são menores que os do coração, por isso a disfunção erétil pode ser um sinal precoce de doença cardíaca.

Diabetes Mellitus

O diabetes é outra causa significativa. Níveis elevados de glicose no sangue, ao longo do tempo, podem danificar os nervos (neuropatia diabética) e os vasos sanguíneos (vasculopatia diabética) responsáveis pela ereção. Isso afeta tanto a capacidade de o pênis receber sangue quanto a transmissão dos sinais nervosos necessários para iniciar e manter a ereção. A disfunção erétil é uma complicação comum e precoce em homens diabéticos.

Distúrbios neurológicos

Doenças que afetam o sistema nervoso central ou periférico podem interferir na comunicação entre o cérebro e o pênis. Condições como esclerose múltipla, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral (AVC), lesões na medula espinhal ou cirurgias pélvicas (como as de próstata ou reto) podem lesar os nervos que controlam a ereção, resultando em disfunção erétil.

Desequilíbrios hormonais

Embora menos comum como causa isolada, desequilíbrios hormonais podem contribuir para a disfunção erétil. A testosterona baixa (hipogonadismo) pode reduzir o desejo sexual (libido) e, em alguns casos, dificultar a ereção. Outros hormônios, como os da tireoide ou a prolactina, também podem influenciar a função erétil quando em desequilíbrio. É importante ressaltar que a testosterona baixa raramente é a única causa da disfunção erétil, e sua reposição deve ser cuidadosamente avaliada.

Uso de medicamentos

Diversos medicamentos podem ter a disfunção erétil como efeito colateral. Anti-hipertensivos (especialmente diuréticos e betabloqueadores), antidepressivos, antipsicóticos, anti-histamínicos, medicamentos para úlcera e alguns tratamentos para câncer de próstata são exemplos. É fundamental discutir todos os medicamentos em uso com o médico, pois muitas vezes é possível ajustar a dose ou substituir por uma alternativa com menos efeitos colaterais.

Outras causas

Traumas na região pélvica ou peniana, doença de Peyronie (curvatura peniana adquirida), tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ilícitas também são fatores que podem comprometer a função erétil. O tabagismo, por exemplo, danifica os vasos sanguíneos e reduz o fluxo sanguíneo para o pênis, contribuindo significativamente para a disfunção erétil.

Fatores psicológicos e emocionais relacionados

A mente desempenha um papel tão crucial quanto o corpo na função erétil. Fatores psicológicos e emocionais podem ser a causa primária da disfunção erétil ou agravar condições físicas existentes, criando um ciclo de ansiedade e falha. É essencial reconhecer e abordar esses aspectos para um tratamento completo e eficaz.

Estresse e ansiedade

O estresse crônico e a ansiedade são inimigos da ereção. A pressão do dia a dia, problemas financeiros, profissionais ou familiares podem levar a um estado de tensão constante. A ansiedade de desempenho, especificamente, é um fator comum: o medo de não conseguir uma ereção pode, paradoxalmente, impedir que ela ocorra, criando um ciclo vicioso de frustração e insegurança. Essa preocupação excessiva ativa o sistema nervoso simpático, que libera hormônios como a adrenalina, dificultando o relaxamento dos vasos sanguíneos penianos necessário para a ereção.

Depressão

A depressão é uma condição que afeta o humor, a energia e o interesse em atividades antes prazerosas, incluindo o sexo. Homens com depressão frequentemente experimentam uma diminuição da libido e podem ter dificuldade em obter ou manter uma ereção. Além disso, muitos medicamentos antidepressivos podem ter a disfunção erétil como efeito colateral, complicando ainda mais a situação.

Problemas de relacionamento

Dificuldades de comunicação, conflitos não resolvidos, falta de intimidade emocional ou ressentimentos em um relacionamento podem impactar negativamente a função sexual. A pressão para "performar" ou a sensação de não ser compreendido pela parceira podem gerar ansiedade e inibir a ereção. A disfunção erétil pode, por sua vez, agravar esses problemas, criando um distanciamento ainda maior.

Baixa autoestima e imagem corporal negativa

Sentimentos de baixa autoestima ou uma imagem corporal negativa podem levar à insegurança e à inibição sexual. A preocupação com a aparência física ou com o desempenho pode desviar o foco do prazer e da conexão, dificultando a ereção. A disfunção erétil pode, infelizmente, reforçar esses sentimentos negativos, criando um ciclo prejudicial.

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Sintomas da disfunção erétil: quando se preocupar

Sintomas da disfunção erétil: quando se preocupar — disfuncao eretil

Identificar os sintomas da disfunção erétil é o primeiro passo para buscar ajuda. Não se trata apenas da ausência total de ereção, mas de uma série de sinais que indicam que algo não está funcionando como deveria. Reconhecer esses indícios precocemente pode facilitar o tratamento e prevenir o agravamento da condição.

O principal sintoma da disfunção erétil é a dificuldade persistente em obter ou manter uma ereção firme o suficiente para a atividade sexual. Isso pode se manifestar de diversas formas:

  • Dificuldade em obter uma ereção: O pênis não atinge a rigidez necessária para a penetração.
  • Dificuldade em manter a ereção: A ereção pode ocorrer, mas não se sustenta durante a relação sexual ou cede rapidamente.
  • Redução da rigidez peniana: A ereção pode não ser tão firme quanto antes, mesmo que seja possível obtê-la.
  • Diminuição do desejo sexual (libido): Embora não seja um sintoma direto da disfunção erétil, a baixa libido pode estar associada a fatores hormonais ou psicológicos que também afetam a ereção.

É importante diferenciar episódios ocasionais de falha na ereção de um padrão persistente. O estresse, a fadiga ou o consumo excessivo de álcool podem levar a uma falha pontual, o que é normal. No entanto, se a dificuldade em ter ou manter uma ereção ocorre em mais da metade das tentativas sexuais e persiste por um período de três meses ou mais, é um sinal claro de disfunção erétil e indica a necessidade de avaliação médica.

O impacto na qualidade de vida e relacionamentos

A disfunção erétil vai muito além da esfera sexual, impactando profundamente a qualidade de vida e os relacionamentos do homem. As consequências dessa condição podem se estender a diversas áreas, gerando um sofrimento silencioso que muitas vezes é subestimado.

Em termos de qualidade de vida, a disfunção erétil pode levar a uma diminuição significativa da autoestima e da autoconfiança. O homem pode começar a questionar sua virilidade e seu valor, sentindo-se inadequado ou envergonhado. Isso pode resultar em isolamento social, evitação de situações íntimas e uma sensação geral de frustração e tristeza. A ansiedade de desempenho, já mencionada, pode se tornar um fardo constante, afetando não apenas a vida sexual, mas também outras áreas da vida.

Nos relacionamentos, a disfunção erétil pode criar uma barreira de comunicação e intimidade. A parceira pode interpretar a dificuldade de ereção como falta de desejo ou desinteresse, gerando ressentimento e distanciamento. O homem, por sua vez, pode evitar a intimidade para não enfrentar a "falha", o que agrava a situação. A falta de diálogo sobre o problema pode levar a mal-entendidos e a um ciclo de frustração para ambos. Como explica o Dr. Dávison Fernandes, urologista com mais de 20 anos de experiência, referência em medicina sexual, "a disfunção erétil é um problema que afeta o casal, não apenas o indivíduo. Abordar o tema abertamente e buscar ajuda juntos é fundamental para a saúde do relacionamento".

Além disso, a disfunção erétil pode ser um marcador de saúde geral. Sua presença pode indicar condições médicas subjacentes mais sérias, como doenças cardíacas, diabetes ou problemas neurológicos, que necessitam de atenção imediata. Ignorar a disfunção erétil é, portanto, ignorar um sinal importante que o corpo está enviando.

Quando é o momento certo para procurar um urologista?

Quando é o momento certo para procurar um urologista? — disfuncao eretil

A decisão de procurar um urologista para a disfunção erétil é um passo importante e, para muitos homens, difícil. No entanto, quanto antes a avaliação for realizada, maiores as chances de um diagnóstico preciso e de um tratamento bem-sucedido. Não há necessidade de esperar que a condição se agrave ou que o impacto na qualidade de vida seja insuportável.

O momento certo para procurar um especialista é quando a dificuldade em obter ou manter uma ereção se torna persistente e começa a causar preocupação ou angústia. Se você notar que a disfunção erétil está afetando sua autoestima, seu relacionamento ou sua capacidade de desfrutar da intimidade, é hora de buscar ajuda. Não minimize seus sintomas nem espere que o problema desapareça sozinho.

É particularmente importante procurar um urologista se a disfunção erétil surgir de forma súbita, se estiver associada a outros sintomas como dor no peito, falta de ar, dormência ou fraqueza, ou se você tiver fatores de risco conhecidos para doenças cardiovasculares, diabetes ou outras condições crônicas. Lembre-se que a disfunção erétil pode ser um sinal precoce de problemas de saúde mais amplos.

Um urologista é o médico mais qualificado para diagnosticar e tratar a disfunção erétil. Ele poderá realizar uma avaliação completa, identificar as causas subjacentes e propor um plano de tratamento adequado. Não há motivo para vergonha ou hesitação; milhões de homens enfrentam essa condição, e a medicina oferece diversas soluções eficazes.

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Diagnóstico da disfunção erétil: exames e avaliação

O diagnóstico da disfunção erétil é um processo detalhado que envolve uma combinação de histórico clínico, exame físico e exames complementares. O objetivo é identificar a causa subjacente da condição, seja ela física, psicológica ou uma combinação de ambas, para direcionar o tratamento mais eficaz.

Histórico clínico detalhado

O primeiro passo é uma conversa aprofundada com o urologista. O médico fará perguntas sobre a frequência e a gravidade da disfunção erétil, quando os sintomas começaram, se há ereções noturnas ou matinais, histórico médico (doenças crônicas como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas), uso de medicamentos, cirurgias prévias, hábitos de vida (tabagismo, alcoolismo, uso de drogas), e aspectos psicológicos e de relacionamento. Essa etapa é crucial para entender o contexto e a evolução da disfunção erétil.

Exame físico

O exame físico pode incluir a avaliação da pressão arterial, exame dos genitais para verificar a presença de anomalias anatômicas, palpação da próstata (se indicado pela idade do paciente), e avaliação de sinais de desequilíbrio hormonal, como diminuição de pelos corporais ou ginecomastia (aumento das mamas).

Exames laboratoriais

Diversos exames de sangue podem ser solicitados para investigar causas físicas da disfunção erétil:

  • Glicemia em jejum e hemoglobina glicada: Para rastrear ou monitorar o diabetes.
  • Perfil lipídico: Para verificar níveis de colesterol e triglicerídeos, indicadores de risco cardiovascular.
  • Níveis hormonais: Principalmente a testosterona total e livre, prolactina e hormônios da tireoide, para identificar possíveis desequilíbrios.
  • PSA (Antígeno Prostático Específico): Para rastreamento de doenças da próstata, especialmente em homens acima de 45-50 anos.

Exames específicos

Em alguns casos, exames mais específicos podem ser necessários para aprofundar a investigação da disfunção erétil:

  • Ultrassonografia Doppler peniana: Este exame avalia o fluxo sanguíneo para o pênis antes e depois da injeção de uma substância que induz a ereção. Ajuda a identificar problemas vasculares, como oclusão arterial ou escape venoso.
  • Teste de ereção noturna (Tumescência Peniana Noturna - TPN): Mede a ocorrência de ereções durante o sono. A ausência de ereções noturnas pode indicar uma causa física, enquanto a presença sugere um componente psicológico.
  • Cavernosometria e Cavernosografia: Exames mais invasivos que avaliam a pressão dentro dos corpos cavernosos e identificam fugas ou escapes venosos. São reservados para casos selecionados.

A combinação desses métodos permite ao urologista chegar a um diagnóstico preciso e, a partir daí, elaborar um plano de tratamento personalizado para a disfunção erétil.

Opções de tratamento modernas e eficazes

Opções de tratamento modernas e eficazes — disfuncao eretil

O tratamento da disfunção erétil evoluiu significativamente, oferecendo uma gama de opções que se adaptam às necessidades e às causas específicas de cada paciente. O objetivo é restaurar a função erétil e, consequentemente, a qualidade de vida do homem.

Mudanças no estilo de vida

Para muitos homens, a primeira linha de tratamento envolve a adoção de hábitos de vida mais saudáveis. Parar de fumar, reduzir o consumo de álcool, praticar exercícios físicos regularmente, manter um peso saudável e controlar doenças crônicas como diabetes e hipertensão podem ter um impacto positivo substancial na disfunção erétil. Essas medidas melhoram a saúde vascular e geral, que são fundamentais para a ereção.

Medicamentos orais

Os inibidores da fosfodiesterase-5 (PDE5), como sildenafil, tadalafil, vardenafil e avanafil, são os medicamentos mais comumente prescritos para a disfunção erétil. Eles agem relaxando os músculos lisos do pênis e aumentando o fluxo sanguíneo, facilitando a ereção em resposta à estimulação sexual. Esses medicamentos são eficazes para a maioria dos homens, mas exigem prescrição médica e não são adequados para todos, especialmente aqueles com certas condições cardíacas.

Terapias injetáveis e dispositivos a vácuo

Para homens que não respondem aos medicamentos orais ou que possuem contraindicações, outras opções incluem:

  • Injeções intracavernosas: Medicamentos como a alprostadil são injetados diretamente no pênis, induzindo uma ereção em poucos minutos. É uma opção eficaz e segura quando utilizada sob orientação médica.
  • Dispositivos de vácuo (bomba peniana): Um cilindro é colocado sobre o pênis e um vácuo é criado, puxando o sangue para o órgão e induzindo a ereção. Um anel constritor é então colocado na base do pênis para manter a ereção.

Ondas de choque de baixa intensidade (LI-ESWT)

A terapia por ondas de choque de baixa intensidade (LI-ESWT) é uma abordagem promissora para a disfunção erétil de origem vascular. Ela atua estimulando o crescimento de novos vasos sanguíneos (angiogênese) e melhorando a função dos vasos existentes no pênis. É um procedimento não invasivo, realizado no consultório. No entanto, é crucial destacar que a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) posiciona a terapia por ondas de choque como uma modalidade em avaliação, com evidências de eficácia a longo prazo ainda não robustas. Embora possa auxiliar em alguns casos, não há garantia de resultados, e a indicação deve ser feita com cautela e baseada em avaliação individual.

Prótese peniana

Para homens com disfunção erétil grave e refratária a outras terapias, a prótese peniana é uma solução definitiva. Existem dois tipos principais: a maleável (sempre rígida, mas maleável para posicionamento) e a inflável (que permite ao homem inflar e desinflar o pênis conforme a necessidade). A cirurgia de implante de prótese peniana tem altas taxas de satisfação e pode restaurar a capacidade de ter ereções firmes e consistentes.

Cirurgia reconstrutiva e remodelamento peniano

Em casos específicos, como a doença de Peyronie ou deformidades penianas que contribuem para a disfunção erétil, cirurgias reconstrutivas podem ser indicadas. O Dr. Dávison Fernandes, urologista com mais de 20 anos de experiência e criador de técnica autoral de remodelamento, é referência em procedimentos que visam restaurar a forma e a função do pênis. O remodelamento peniano, por exemplo, pode corrigir curvaturas e irregularidades que dificultam a ereção ou a penetração, melhorando a saúde sexual masculina.

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Prevenção da disfunção erétil: hábitos saudáveis

A prevenção da disfunção erétil está intrinsecamente ligada à manutenção de uma boa saúde geral. Adotar hábitos de vida saudáveis não só reduz o risco de desenvolver a condição, mas também pode melhorar a função erétil em homens que já apresentam os primeiros sinais. É um investimento contínuo no bem-estar físico e sexual.

Alimentação balanceada

Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras, com baixo teor de gorduras saturadas, açúcares e alimentos processados, é fundamental. Essa alimentação ajuda a controlar o peso, os níveis de colesterol e a pressão arterial, protegendo os vasos sanguíneos e, consequentemente, a função erétil. Dietas como a mediterrânea são frequentemente associadas a um menor risco de disfunção erétil.

Exercícios físicos regulares

A atividade física regular, especialmente exercícios aeróbicos, melhora a saúde cardiovascular, a circulação sanguínea e a função endotelial (a saúde dos vasos sanguíneos). Caminhada rápida, corrida, natação ou ciclismo por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana podem fazer uma diferença significativa na prevenção da disfunção erétil.

Controle do peso corporal

A obesidade é um fator de risco importante para a disfunção erétil, pois está associada a diabetes, doenças cardíacas e desequilíbrios hormonais. Manter um peso saudável, dentro dos parâmetros ideais para sua altura e idade, é crucial para a saúde sexual masculina.

Abandono do tabagismo e moderação do álcool

O tabagismo é um dos maiores inimigos da saúde vascular e um forte preditor de disfunção erétil. Parar de fumar melhora drasticamente a circulação sanguínea. O consumo excessivo de álcool também pode afetar a função erétil a curto e longo prazo; a moderação é a chave.

Gerenciamento do estresse

O estresse crônico e a ansiedade podem ter um impacto direto na função erétil. Práticas como meditação, yoga, hobbies relaxantes e terapia podem ajudar a gerenciar o estresse e a ansiedade, contribuindo para uma melhor saúde sexual e geral.

Check-ups regulares

Realizar exames de rotina e check-ups anuais com um urologista ou clínico geral permite o diagnóstico precoce e o controle de condições como diabetes, hipertensão e colesterol alto, que são causas comuns de disfunção erétil.

A importância do acompanhamento contínuo em urologia

A importância do acompanhamento contínuo em urologia — disfuncao eretil

A saúde masculina, especialmente a sexual, não é uma questão de consulta avulsa, mas de um acompanhamento contínuo. A disfunção erétil, como muitas outras condições urológicas, pode ser um sintoma de problemas mais amplos e requer uma abordagem holística e de longo prazo.

Um acompanhamento regular com um urologista permite monitorar a saúde geral do homem, identificar precocemente fatores de risco para a disfunção erétil e outras doenças, e ajustar os planos de tratamento conforme a evolução. Isso é particularmente importante para homens acima dos 40 anos, onde a prevalência de condições crônicas aumenta.

O modelo de acompanhamento contínuo oferecido pelo Dr. Dávison Fernandes visa construir uma relação de confiança e cuidado, onde o paciente se sente à vontade para discutir temas íntimos e sensíveis. Não se trata apenas de tratar a disfunção erétil, mas de promover a longevidade, a performance e a reconstrução da identidade masculina, quando necessário. Esse ecossistema de cuidado garante que o homem receba atenção personalizada, com planos de acompanhamento que se adaptam às suas necessidades ao longo do tempo.

A saúde sexual é um componente vital do bem-estar masculino. Ignorá-la ou tratá-la de forma isolada pode levar a consequências negativas para a saúde física e mental. O acompanhamento contínuo garante que o homem tenha um parceiro na sua jornada de saúde, alguém que o ajude a navegar pelos desafios e a encontrar as melhores soluções para uma vida plena e ativa.

Dr. Dávison Fernandes: apoio especializado de referência

Em Goiânia, o Dr. Dávison Fernandes oferece um apoio especializado e humanizado para homens que buscam soluções para a disfunção erétil e outras questões de saúde masculina. Com uma abordagem focada no acompanhamento contínuo e na individualidade de cada paciente, o consultório se posiciona como um centro de cuidado integral.

O Dr. Dávison Fernandes é um urologista com mais de 20 anos de atuação em saúde sexual masculina e cirurgia reconstrutiva. Sua vasta experiência e sua busca constante por inovação o credenciam como um profissional de excelência. Ele é, por exemplo, o criador de uma técnica autoral de remodelamento peniano, preceptor da técnica Urofill e foi recebedor do Master Innovator Award 2024, reconhecimentos que atestam sua dedicação e expertise na área.

A filosofia de cuidado do Dr. Dávison vai além da consulta tradicional. Ele entende que a disfunção erétil é um tema sensível e complexo, que exige empatia, escuta ativa e um plano de tratamento que considere todos os aspectos da vida do paciente. Seu foco é oferecer um caminho claro e seguro para a recuperação da função erétil e do bem-estar geral.

Se você está em de busca um urologista para avaliar sua disfunção erétil, o Dr. Dávison Fernandes e sua equipe estão preparados para oferecer o suporte necessário. O objetivo é proporcionar um ambiente acolhedor onde você possa discutir suas preocupações abertamente e encontrar as melhores soluções para sua saúde sexual masculina, seja em Goiânia ou em qualquer lugar, conseguimos fornecer um atendimento de qualidade, utilizando da tecnologia a nosso favor. 

É fundamental lembrar que os resultados variam de pessoa para pessoa e dependem de avaliação clínica. Cada caso exige avaliação médica presencial; indicação e contraindicação não se definem por um blog. As informações deste texto são educativas e não substituem avaliação médica.

Dr. Dávison Fernandes — Urologia

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quais são os primeiros sinais de disfunção erétil que devo observar?

Os primeiros sinais de disfunção erétil incluem dificuldade persistente em obter uma ereção firme o suficiente para a relação sexual, ou a incapacidade de mantê-la durante a atividade. Pode haver também uma redução na rigidez peniana ou na frequência das ereções matinais. Se esses problemas ocorrerem regularmente por mais de três meses, é indicado procurar um urologista.

A disfunção erétil é sempre um sinal de problema grave de saúde?

Nem sempre, mas a disfunção erétil pode ser um importante indicador de condições de saúde subjacentes, como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão ou desequilíbrios hormonais. Por isso, é crucial buscar avaliação médica para investigar a causa. Em muitos casos, tratar a condição de base pode melhorar significativamente a função erétil.

Existe cura para a disfunção erétil?

A disfunção erétil é tratável na maioria dos casos, e muitos homens conseguem recuperar a função erétil satisfatória. O termo "cura" pode ser complexo, pois depende da causa subjacente. Se a causa for reversível (como hábitos de vida ou fatores psicológicos), a recuperação completa é possível. Para causas crônicas, o tratamento visa controlar a condição e restaurar a função, permitindo uma vida sexual ativa e saudável.

Fontes e Referências

Próximo passo: avaliação individual

1. Entre para a lista de espera de avaliação pelo formulário de agendamento online.

2. O retorno é por ordem de chegada, conforme a disponibilidade de agenda.

3. A avaliação é individual e presencial; indicação e contraindicação dependem de consulta médica.

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17 de julho de 2026
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